quinta-feira, 11 de setembro de 2008

COM OU SEM POESIA...

Composto de matéria organizada,


Complexo físico-químico-mecânico,


O homem-terra de idade ignorada,


É relativo, pobre presa de pânico.



Se faltasse água o coitado,


Jamais viveria, seria como nada,


Entretanto, o fútil e agitado,


Alardeia importância desmesurada.



Depende do ar, normalmente,


Alimento que não é de sua lavra,


Porém o tolo, cínico a valer,


A Deus olvida, ou fere na palavra.



Sem sol, não poderia viver,


Tudo seria gelo, morte e solidão,


Entretanto, estulto sem saber,


A Deus não agradece tamanha doação.



Por fim, na desencarnação,


Ao enfrentar a Justiça Imaculada,


Sofrendo a triste desilusão,


Renascerá para a vida mais educada.



Sendo materialmente assim...


Que diremos do Reino da Imortalidade,


Daquele vós sois deuses, enfim,


Que reclama a Plenitude da Verdade?



Desperta, Homem, para sempre,


Que a nova Terra desponta no horizonte,


É um novo céu, em vislumbre,


Quer que uses a Terra divinamente.



Caso contrário, pobre de ti,


Porque a Justiça Divina fará sofrer,


Ao teu errado e tolo frenesi,


Aonde será muito triste o teu viver.



Lembra, vivendo, a Lei de Deus,


Ausculta, nas obras, o Cristo Modelo,


Que a festa, dos pobres ateus,


Mergulhará no mais infernal pesadelo.



Osvaldo Polidoro


Pai Divino, Princípio Sagrado ou Deus


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