177 – “A décima bem-aventurança ficou entre as muitíssimas coisas que Jesus tinha para dizer e não disse: BEM-AVENTURADOS AQUELES QUE NÃO MENTIREM EM NOME DA VERDADE. E, mais bem-aventurados ainda, os que não mentirem de modo algum”.
178 – “Um longo e inflamado discurso, ou um aparatoso cerimonial, muitas vezes nada rende, porque não consegue engordar bolsos, estômagos, orgulhos e vaidades. E muito menos ainda, conseguiria elevar alguém moralmente, pois, aquilo que em propósito é imoral, como pode moralizar? A estultícia fará acontecer isto: alguém deixará de visitar um doente ou sofrido, deixará de dar pão a um faminto e agasalho a quem estiver morrendo de frio, para ir cumprir seus DEVERES RELIGIOSOS dentro de um casarão fétido, ajoelhado diante de um homem errado e fantasiado, dobrando os joelhos diante de paus e de pedras, essa prática repugnante, que transgride a Lei de Deus e faz o espírito, a Centelha Divina, ser menos do que a matéria”.
179 – “Sempre falam as Escrituras nos espíritos imundos, que atuam sobre os encarnados, causando-lhes males, tragédias, doenças, etc; é muito bom ler tudo isso, com muita atenção, para considerar onde é que eles são fabricados; porque o plano carnal, se fosse um pouco melhor, não sortiria tanto o mercado astral inferior”.
180 – “Cuidado com essa conversa que afirma alto e rompante as fraquezas da carne… Vamos acusar menos a quem não pode falar. Que, enfim, o espírito, que é quem pensa, sente e age, assuma a sua responsabilidade, mesmo que, num assomo de heroísmo, tenha que dar mostras de um pouquinho de moralidade”.
Evangelho Eterno e Orações Prodigiosas
Osvaldo Polidoro
Princípio Sagrado ou Deus
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