segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

O MENSAGEIRO DE KASSAPA

Buda já ensinava, seis séculos antes do Cristo:

“Todas as coisas compostas são sujeitas à corrupção; não poderia ser de outra maneira”.Mas o nosso homem-histórico tem dado muito mais importância ao que é transitório, ao que é mutável e aleatório; os bens do espírito ficaram para trás e o momento renovador mais intenso, mais brutal e universal, apanha-o quase que inteiramente desprevenido. Menos do que isso ou com alguns recursos espirituais a mais, formando na linha defensiva moral, e esta fase transitiva não seria tão violenta, assim carregada em extremo de sinistros prognósticos.Ao tempo que Buda ensinava diferenciar entre os bens aleatórios e aqueles de fato, com a seguinte e lapidar sentença:
“ De tudo que teve uma origem causal, aquele que achou a Verdade mostrou a causa; e de todas estas coisas o grande asceta explicou a cessação”; nesse tempo, sem dúvida, bem menor era o montante de zelo espiritual necessário, por ser o fenômeno menos intenso e amplo. Portanto como não se deve agora portar, aquele que vive paralelo ao mais crítico momento cíclico-histórico?

Osvaldo Polidoro

Princípio Sagrado ou Deus

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