Que pode representar uma centelha, ainda em grau inferior de evolução, que significa inconsciência das origens e das finalidades, no concerto do remoinho cosmogônico e das movimentações anímicas? Qual o valor do Universo, para o espírito destituído de consciência íntima? Conseqüentemente, que importância teria a questão DETERMINISMO E LIVRE-ARBÍTRIO, para quem assim tão longe estivesse desse conhecimento?
No entanto, como se vem subindo lentamente, muito lentamente, das camadas inferiores, eis que somos obrigados a enfrentar a inderrogável trilha, concebendo ou não, desejando ou não conceber. Das profundezas ordena o PODER SUPREMO, a DIVINA ESSÊNCIA ou Deus, e tudo se movimenta, com ou sem consciência, no rumo de um topo culminante.
Consideremos que muito se há dito sobre a Terra, contra um Deus, contra as mais e as menos aceitáveis hipóteses sobre Deus. E quanto se falará ainda, contra e a favor? O pior, convenhamos, não consiste no falar apenas, mas sim no realizar de modo contrário à ORDEM DIVINA. Porque, consideremos, uma vez concebida a existência de uma ENTIDADE BÁSICA, ponto de partida de tudo e de todos, há que se lobrigar uma ORDEM a obedecer, caindo em falta, e conseqüentemente em punição, o faltoso.
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