“Eu não estou louco” - Atos, cap. 26.
Dizendo isso depois de estar cheio do Espírito de Dons e Sinais, ou de ser médium ou profeta, ninguém lhe daria crédito. Pelo contrário, aí é que o teriam como louco!
Mas quando era fariseu, perseguidor e assassino, então sim o tinham em conta de um bom homem e de um judeu de qualidade.
Em um mundo espiritualmente analfabeto, que começa agora a sair dos fetichismos clericalistas, pagãos e mercenários, como não há de ser chamado louco o homem, ou a pessoa cujas faculdades possibilitem o contato com o mundo espiritual?
Extraído do Livro:
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