AS COROAS ENERGÉTICAS E SUAS COLORAÇÕES
Ninguém é e existe porque quer, senão por Deus, que manifesta ou cria, sustenta e destina. Portanto, quem é e existe, estagia em um grau da escala evolutiva, contém em si o que já realizou ou evoluiu, devendo, ainda, evoluir até o Grau Crístico ou de Unidade Vibratória com a Divina Essência Geradora, que é Deus.
É muito fácil compreender que, sendo, existe, e, existindo, deve estar em algum lugar, fazendo alguma coisa e para algum fim. O grau de CONSCIÊNCIA DA REALIDADE varia quase que ao infinito, mas um fim a todos é determinado, pelas leis eternas, perfeitas e imutáveis de Deus. O que importa, portanto, é chegar o mais breve possível a um grau ponderável de CONSCIÊNCIA DA REALIDADE, para daí em diante tornar mais fácil a marcha autocristificadora.
Cumpre não olvidar que, uma vez atingido esse ponderável grau de CONSCIÊNCIA DA REALIDADE, também atingiu o espírito um mais elevado grau de RESPONSABILIDADE INDIVIDUAL. Em face da Justiça Divina, jamais haverá direitos sem deveres. Quem chegou a se reconhecer um semideus, que arque com suas responsabilidades, que preze o já feito e o por fazer!
O mapa cromático que apresentamos diz respeito ao homem-padrão, o tipo médio da época presente, quando nos horizontes históricos do Planeta fulgura a entrada na maturidade, ou segunda meia-idade, com a separação entre cabritos e ovelhas. Mas é o espírito equilibrado, harmônico dentro do seu grau evolutivo, isto é, sem marcas cármicas negativas, sem manchas e sem dessimetrias, isso tudo que, no encarnado, gera aleijões, doenças pertinazes, chagas, dolorosas conjunturas morais, etc:
a – Nas profundezas iniciais da centelha forma-se lentamente a primeira coroa, que é Luz Divina individuada ou particularizada. Entretanto, no interior ou lado de dentro é muito mais brilhante, sendo no lado de fora fosca ou menos brilhante. Parece um todo compacto, mas é escamada, apresentando o seu diagrama;
b – A segunda coroa a se formar, nos milhões de anos, é amarela brilhante, sempre mais brilhante por dentro e menos por fora, pois terá que, em virtude de penetração no mundo exterior ou mais denso, oferecer meios de contato;
c – A terceira coroa a se formar é alaranjada, sempre mais brilhante por dentro e menos no exterior;
d – A quarta coroa é solferina ou roxa-clara, sempre mais brilhante por dentro e menos por fora, já se apresentando com mais largura ou dilatação;
e – A quinta coroa é azulina, sempre mais brilhante por dentro e menos para o exterior, e com mais largura;
f – A sexta coroa é verde-clara, sempre mais brilhante por dentro e menos por fora, e mais dilatada;
g – A sétima coroa é cinza-clara, sempre mais brilhante por dentro e menos por fora, e mais dilatada, pois é a fronteira do espírito ou da centelha para com o mundo físico ou exterior.
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