324 – “Um Divino Modelo foi apresentado; Ele carregou a cruz na qual devia ser crucificado; mas não reclamou nada, entregando-Se como Se fôra um simples pecador ou criminoso. Trata, pois, de compreender a Terra como um mundo imensamente inferior, onde os grandes espíritos devem semear a COMPREENSÃO, a PACIÊNCIA, a BONDADE e a RENÚNCIA. Falsas adorações e explorações paganizadas apenas darão continuidade à ignorância e à perversidade”.
325 – “Quando no TEMPLO INTERIOR não há LUZ, nos atos da pessoa não há BONDADE, por conseguinte, a Lei e a Justiça de Deus não estarão com a criatura. E, nesse caso, sem procurar a SABEDORIA e a PUREZA, o BEM e o BOM, que adiantará recorrer aos manobrismos idólatras?”
326 – “O vício da idolatria será o último a ser vencido pelo espírito, para librar-se aos páramos da Plenitude Crística! Lavrada a UNIDADE VIBRATÓRIA com o CRIADOR ONIPRESENTE, tudo o mais é questão de trabalhar nos domínios do BEM e do BOM, cooperando com ELE na Sua OBRA ETERNA, PERFEITA e IMUTÁVEL”.
327 – “O erro espontâneo ou puro de intenção deve ser advertido apenas; mas o erro proposital deve ser punido. Pelo menos, que se lhe atire contra o pó dos sapatos, como ensinou Jesus Cristo. Fora disso, prevalece o ato de endosso, que é criminoso, mesmo quando fantasiado de GESTO DE TOLERÂNCIA”.
328 – “Falar no Cristo é fácil, mas imitar o Cristo é para quem não teme crucificação. É necessário ter a coragem de SABER, SENTIR, DIZER e FAZER o que é devido, custe o que custar”.
329 – “Se todos vissem, nos mercenários da religião, o que levam debaixo das vestes fingidas e dos gestos formulistas, por certo que a VERDADE, o AMOR e a VIRTUDE bem depressa triunfariam. Infelizmente, as aparências vivem por fora e as tristes realidades se escondem no imo. Porém, da JUSTIÇA DIVINA jamais alguém fugirá, porque diante dela os títulos e paramentos derreter-se-ão”.
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