“O jovem lunático” - Marcos, cap. 9.
Revivendo a cena, compreenderá qualquer um a balbúrdia surgida, com os falatórios entre os Apóstolos e os escribas, aqueles querendo expelir o espírito sofredor e estes outros a fustigá-lo, pelo fato de não poderem fazê-lo. Surge o Mestre e os admoesta, tendo expelido o mau espírito.
Cumpre aprender que as diferenças de hierarquia espiritual motivam as diferenças de poderes. Não manda quem quer, mas sim quem pode mandar! E quem quiser vir a mandar com poder, que se prepare através dos mundos e das vidas, que foi o que Jesus fez, até merecer a função de dirigir um Planeta e sua humanidade.
Antes de lá chegar, entretanto, muitas funções existem, e nobres, para cada grau da escala evolutiva.
“A oração e o jejum” - Marcos, cap. 9.
Jesus nunca mandou ninguém jejuar, sem ser das más obras. O que se come é coisa que se larga em lugar escuso, não fazendo mal ao espírito. Vede noutros textos, que Jesus falou certo sobre a questão. E a contradição, de quem é ou foi?
A oração também encontra no cumprimento do dever a sua maior expressão; é preciso cautela contra os que, como disse Jesus, através de fingimentos, de atos idólatras e de longas orações, andarem devorando a casa dos pobres e das viúvas. Quem os não conhece, observando as maquinações clericais?
Extraído do Livro: O NOVO TESTAMENTO DOS ESPÍRITAS
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