“E Jesus se admirava da incredulidade deles” - Marcos, cap. 6.
E os religiosismos do século vinte sabem crer? Sabem o que foi o batismo de Revelação? Quem tem tomado o nome de Deus, do Cristo e dos vultos do Caminho do Senhor, para corromper a Excelsa Doutrina, por acaso acredita em Jesus?
Fingimentos, hipocrisias, idolatrias, simulacros e discursos falazes devem ser tomados como imitação dos ensinos de Jesus?
Fazer, em nome de Jesus, um comércio vergonhoso; mancomunar com terríveis erros político-sociais-econômicos é, por ventura, acreditar em Jesus?
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“Cada árvore é conhecida pelo seu fruto” - Lucas, cap. 6.
Não são os longos discursos que mais dizem; por isso mesmo, nesta sentença, Jesus resumiu a qualidade da criatura e o seu conseqüente procedimento. Com poucas palavras disse tudo quanto tinha a dizer.
Cultivar a Verdade, o Bem e o Bom, isso é fazer o que convém; Deus não precisa de simulacros e de discursos falazes. Quando um homem cumpre realmente com o seus deveres, o seu exemplo é a lição que oferece ao próximo. Este homem, ao deixar o mundo, tem as legiões do Senhor à sua espera, porque viveu o Evangelho, porque imitou a Jesus Cristo.
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“Ouve as minhas palavras e as põe por obra” - Lucas, cap. 6.
Não é questão de crer teoricamente, é questão de pôr em prática; por isso que repetimos - o Evangelho foi a vida que Jesus viveu, para servir de Divino Modelo. Foi Moral, Amor, Revelação, Sabedoria e Virtude! Eis a rocha inamovível!
Extraído do Livro:
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