Aquele Espírito Santo era imediato, prático, tangente, verdadeiro, normal, consolador, cheio de graças e sempre pronto a servir, a cumprir o seu dever, de acordo com a Promessa do Velho Testamento e as palavras de Jesus, enquanto esteve com o Seu fardo de carne entre os homens. Os Atos e as Epístolas repetem centenas de vezes o acontecimento, pois em seguida ao Pentecostes, a comunicabilidade dos espíritos, anjos ou almas, era o prato do dia... Todavia, os adulteradores romanos inventaram um Espírito Santo que não aparece, não fala línguas diversas, não profetiza, não cura, nada sabe e aprecia idolatrias, simulações, contínuas e intensas traições aos Mandamentos da Lei de Deus.
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A BÍBLIA DOS ESPÍRITAS
Livros e Livretos do Princípio Sagrado, Deus ou Pai Divino
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POESIAS DIVINAS
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