“E quando orais não faleis muito como os gentios; pois cuidam que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não queirais portanto parecer-vos com eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, primeiro que vós lho peçais.” - Mateus, cap. 6.
A grande oração é o dever cumprido. Na razão direta em que cumprirmos com os nossos deveres, teremos por Deus garantidos os nossos direitos. Deus não é o Juiz iníquo que faz justiça para não ser aborrecido; Ele é Absoluto em todos os sentidos e, assim sendo, por ser Onipresente ou Fundamental, tudo vê e tudo sabe, dando sempre a cada um segundo as suas obras.
A oração é comumente feita para louvar, pedir e agradecer. Como é certo que a evolução leva à adoração em Espírito e Verdade, convém pensar um pouco em como assim se possa adorar. Porque a grande maioria, viciada pelas religiões formalistas ou blasfemas da Revelação, adorando seus próprios vícios idólatras e formalistas, pensa que está adorando a Deus. Acredita em seu mesmo erro e julga estar acreditando no único modo de ter conhecimento e fé.
Nas antigas iniciações, porque eram fundamentalistas, isto é, porque tudo era feito com o objetivo de conhecer as leis regentes e de agir em harmonia com elas, o que mais havia era o exercício de concentração, para entrar em comunhão com o chamado Criador e as suas Leis.
Por causa dos vícios idólatras e das mais erradas concepções, oriundas de religiosismos clericalistas e comercialistas, a grande maioria vive em peditórios os mais besuntados de pieguismo malicioso, enquanto nada entende daquilo que deveria entender, que é proceder conforme a Lei de Deus e aprender a entrar em comunhão com as Forças Anímicas e Cósmicas do Infinito.
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