sábado, 21 de maio de 2011

A VERDADE é o EVANGELHO DA ETERNIDADE

242 – “A VERDADE é o EVANGELHO DA ETERNIDADE, que jamais pertenceu a indivíduos ou grupos de indivíduos, e sim a SI MESMA, a fim de ser de todos os filhos de DEUS. Ninguém tem, por fora, mais do que tem por dentro!”
243 – “A VERDADE não é simbólica, enigmática, idólatra, fingida, mercenária, sectária ou escrava de conchavismos humanos”.
244 – “A VERDADE não está sujeita a religiosismos, conceitos e preconceitos, interesses subalternos, prestígios humanos e manobrismos outros, confessáveis ou não. Quem não preza os BONS FATOS jamais será da VERDADE QUE LIVRA!”
245 – “A VERDADE não precisa usar pílulas e teoriazinhas engarrafadas para ser o que é, como é e para o que é”.
246 – “A VERDADE ABSOLUTA, que é Deus, a tudo engendra, sustenta e determina, sendo acima de tudo e de todos”.
247 – “A VERDADE RELATIVA, que é a CRIAÇÃO, desdobra-se ao INFINITO, mas está sujeita a leis, sendo que, para os espíritos, a maior delas é a LEI MORAL”.
248 – “A VERDADE fará com que todos os sectarismos e religiosismos desapareçam, para ir enquadrando os filhos de Deus no verdadeirismo libertador, à margem de todos os rasteiros interesses, que tanto têm dividido os mesmos filhos de Deus”.
249 – “A VERDADE ensina que tudo em princípio é simples, e que as complexidades da CRIAÇÃO se reduzem à simplicidade, quando os filhos de Deus compreenderem a LEI ÚNICA que tudo rege. Mas a VERDADE não é questão de palavras!”
250 – “A VERDADE ABSOLUTA quer, de cada filho Seu, o cumprimento deste dever fundamental: OUVI-LA ETERNAMENTE NO TEMPLO DA CONSCIÊNCIA. Porque aquele que, em si mesmo, realizou a UNIDADE, em tempo algum e local qualquer apelará para a desarmonia; ele passou à categoria dos VERBOS DIVINOS, e, sem ser o TODO, é, do TODO, a palavra e a manifestação consciente, perenemente convidando Seus irmãos para que se elevem à mesma condição”.
251 – “Encara a VERDADE ESSENCIAL como FATO, e não como mistério, se queres de fato atingir a melhor concepção das verdades relativas; quem produz fatos não faz ilusão nem mistério, e não embaraça ninguém afirmá-los, desde que esse alguém seja simples e humilde, não queira ser e não seja de fato um fingido”.
252 – “Quando um homem falar, procura saber se pensa mesmo na VERDADE, ou se apenas procura fazer propaganda de suas convicções sectaristas, essa coisa que o impele ao ridículo, mais do que às divinas realizações interiores, que o conduziriam, lentamente, ao estado de UNO COM O PAI”.

Capítulo XX - CAPÍTULOS CONDENSADOS

UNIÃO DIVINISTA


UM MARAVILHOSO ACONTECIMENTO - Por longo tempo se reuniram os maiores sábios do Ocidente, em Princeton, procurando uma, por assim dizer, verdadeira religião para a Humanidade. Isto é, fora de máfias, engodos, igrejinhas e panelinhas capciosas, etc. E deles surgiu a primeira fala, verdadeiro Tratado de Divino Monismo ou Ciência da Unidade, aquilo que Hermes, Crisna e Pitágoras tanto ensinaram, e que o Verbo Inconfundível representou. O livro chama-se GNOSE DE PRINCETON, do sábio Raymond Ruyer.


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