“Jesus purifica o templo” - João, cap. 2.
Os vendilhões dos templos são outros, não eram e não são vendedores de idolatrias quaisquer, agindo fora como comerciantes; os vendilhões contra os quais Jesus Se levantou foram e são outros, que facilmente podem ser reconhecidos.
Quem quiser saber, pensar e proceder bem, veja isto - Jesus não ficou fazendo engodos e maquinações em companhia de sinedristas, fariseus e saduceus; o Seu messianato foi exercitado no meio do povo, nas ruas, praças, etc.
Foi expelir maus espíritos e curar, no meio das ruas!
Foi falar com Moisés e Elias no Monte Tabor!
Foi preso no Monte onde proferiu o Sermão da Montanha, o Poema da Renúncia e do Perdão, que jamais poderia ser mais profundo em simplicidade!
Foi crucificado no Monte das Caveiras!
Não reapareceu em templo algum, no meio de vendilhões dos templos, mas sim no meio dos Seus muitos discípulos - não apenas onze -, onde estes estavam refugiados, pois temiam ser massacrados!
O Batismo de espírito ou Revelação, a Graça da Revelação generalizada, que caracterizou a Sua função missionária; o jorrante Consolador que, começando no Pentecoste devia ser estendido sobre a Terra inteira, também não o fez Ele em templo algum, mas sim no meio dos discípulos e longe dos vendilhões de formalismos, dos fabricantes de maquinações infernais!
O Templo dos Cristos é o Infinito; e a semeadura Eles fazem nos corações e nos cérebros dos irmãos aos quais tutelam. Quem não sabe o que determina a Lei de Deus, que aprenda com o Cristo, porque de vivê-la, tornou-Se Divino Modelo. O tempo de fetichismos e palhaçadas feitas em nome de Deus, deve terminar; o que é importante e cumpre realizar é isto – Moral, Amor, Revelação, Sabedoria e Virtude.
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