sexta-feira, 8 de julho de 2011

OS DEZ MANDAMENTOS DA LEI DE DEUS

“Não terás deuses estrangeiros diante de mim.”
“Não farás para ti imagem de escultura, nem figura alguma do que há em cima no céu, e do que há embaixo na terra, nem de coisa que haja nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto: porque eu sou o Senhor teu Deus, o Deus forte e zeloso.”
“Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar em vão o nome do Senhor seu Deus.”
“Lembra-te de santificar o dia de sábado. Trabalharás seis dias, e farás neles tudo o que tens para fazer.”
“Honrarás a teu pai e a tua mãe.”
“Não matarás.”
“Não cometerás adultério.”
“Não furtarás.”
“Não dirás falso testemunho.”
“Não cobiçarás o alheio.”
Estão aí os Mandamentos que, uma vez usados, farão a felicidade humana. Estão aí a Moral que harmoniza e dignifica, o Amor que sublima e diviniza, e a Revelação que adverte, ilustra e consola. Porque a Lei foi dada a Moisés através de ato mediúnico. No início de sua função missionária, disse Jesus - “Não vim derrogar a Lei e os Profetas, e sim dar-lhes cumprimento.”
Todos os clericalismos são contra a Lei e contra o Profetismo. No Talmud, livro de lei dos rabinos, está escrito que Jesus foi crucificado - pelo Sinédrio - por se entregar à magia e sortilégios.
O sábado equivale ao domingo, dia de cultivar especialmente as coisas do espírito: dia de leituras boas, de meditações, de visitas a doentes e a hospitais; dia de cultivar a Revelação ou Batismo de Espírito; dia de divertimentos sadios.



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