“Não terás deuses estrangeiros diante de mim.”
“Não farás para ti imagem de escultura, nem figura alguma do que há em cima no céu, e do que há embaixo na terra, nem de coisa que haja nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto: porque eu sou o Senhor teu Deus, o Deus forte e zeloso.”
“Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar em vão o nome do Senhor seu Deus.”
“Lembra-te de santificar o dia de sábado. Trabalharás seis dias, e farás neles tudo o que tens para fazer.”
“Honrarás a teu pai e a tua mãe.”
“Não matarás.”
“Não cometerás adultério.”
“Não furtarás.”
“Não dirás falso testemunho.”
“Não cobiçarás o alheio.”
Estão aí os Mandamentos que, uma vez usados, farão a felicidade humana. Estão aí a Moral que harmoniza e dignifica, o Amor que sublima e diviniza, e a Revelação que adverte, ilustra e consola. Porque a Lei foi dada a Moisés através de ato mediúnico. No início de sua função missionária, disse Jesus - “Não vim derrogar a Lei e os Profetas, e sim dar-lhes cumprimento.”
Todos os clericalismos são contra a Lei e contra o Profetismo. No Talmud, livro de lei dos rabinos, está escrito que Jesus foi crucificado - pelo Sinédrio - por se entregar à magia e sortilégios.
O sábado equivale ao domingo, dia de cultivar especialmente as coisas do espírito: dia de leituras boas, de meditações, de visitas a doentes e a hospitais; dia de cultivar a Revelação ou Batismo de Espírito; dia de divertimentos sadios.
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