Muitos
encarnados pensam que os velhos criminosos já estejam redimidos. Que se tenham
arrependido e feito, e levado a cabo a esteira das vidas ressarcitivas. No
entanto, há muito engano em tais concepções, pois quem fabrica lastro poderoso,
em bem ou em mal, conta com o seu poder tangente, embalador. Felizes aqueles
que se votam aos caminhos do amor! Ai daqueles que se fazem presa do crime! O
carma, que é o lastro íntimo, opera como agente jungidor, tangente, e se ao
amorável se converte em propulsor de novas e sublimes conquistas, ao revoltado
e criminoso se torna a máquina de pensar errado e de reincidir nas faltas!
SANGUE NA CRUZ
Foi a partir deste século que a humanidade encarnada veio a ter ciência, que os decantados sete céus se transformam em miríades de subfaixas, mais de 34 mil, que vão do máximo de trevas ao máximo de luz e glória, pois a categoria do planeta Terra ainda é de expiação.
O habitat de cada espírito é regido pelo seu comportamento dentro dos Dez Mandamentos e a prática do Bem e do Bom para com Deus e os semelhantes, cultivando a Graça do Divino Mediunismo, segundo a sua evolução.
Osvaldo Polidoro como ninguém, dotado de um poder de síntese, um rigor doutrinário iniciático bíblico-profético, leva o leitor de o Sangue na Cruz a vivenciar os mais sublimes e belos relatos que uma obra mediúnica possa oferecer.
Apresenta o messianismo e os bastidores da vida do Verbo Modelo Jesus, aquilo que não se encontram nos Evangelhos; um capítulo especial dedicado ao Apóstolo dos Gentios, o Paulo de Tarso em que o mesmo descreve seus encontros com os Cristos, João Batista e Jesus, o grande chamamento na estrada de Damasco e o posterior trabalho apostolar, a fim de consolidar a obra e poder estendê-la aos confins da Terra como era de Ordem Divina.
Colima a obra num Êxtase Divino, levando o leitor ao Reino do Puro Espírito de muita emoção.
SANGUE
NA CRUZ
Foi a partir deste século que a humanidade encarnada veio a ter ciência, que os decantados sete céus se transformam em miríades de subfaixas, mais de 34 mil, que vão do máximo de trevas ao máximo de luz e glória, pois a categoria do planeta Terra ainda é de expiação.
O habitat de cada espírito é regido pelo seu comportamento dentro dos Dez Mandamentos e a prática do Bem e do Bom para com Deus e os semelhantes, cultivando a Graça do Divino Mediunismo, segundo a sua evolução.
Osvaldo Polidoro como ninguém, dotado de um poder de síntese, um rigor doutrinário iniciático bíblico-profético, leva o leitor de o Sangue na Cruz a vivenciar os mais sublimes e belos relatos que uma obra mediúnica possa oferecer.
Apresenta o messianismo e os bastidores da vida do Verbo Modelo Jesus, aquilo que não se encontram nos Evangelhos; um capítulo especial dedicado ao Apóstolo dos Gentios, o Paulo de Tarso em que o mesmo descreve seus encontros com os Cristos, João Batista e Jesus, o grande chamamento na estrada de Damasco e o posterior trabalho apostolar, a fim de consolidar a obra e poder estendê-la aos confins da Terra como era de Ordem Divina.
Colima a obra num Êxtase Divino, levando o leitor ao Reino do Puro Espírito de muita emoção.
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